Amo esse blog, MESMO. Mas existe uma tendência natural de evolução inevitável, que nos leva a crescer, mudar, migrar. Está na minha hora. Foram muitos layouts, muitas versões, muitas fases. Tudo extremamente importante pra mim, mesmo que uma bobagem para muitas pessoas.
Há muitos anos, Lomyne's in tha house existe no Blogger. A partir de hoje, ele se muda definitivamente, para uma hospedagem própria baseada no Wordpress.
Aos gentis amigos que possuem links para esta casa, aviso:
Se você tem o link http://house.lomyne.com/, o redirecionamento é automático, assim como os feeds pelo link http://feeds.feedburner.com/lomyne.
Se por algum acaso você usa um link diferente desses, peço que atualize. E se você só vê o feed, ah, seja legal comigo e vá ver como ficou a casa nova. Me quebrei bastante para adaptar um layout pronto, dê valor e me elogie. Não critique, to aprendendo com os outros que só quero aplausos, ignorarei críticas (além de excluí-las).
IMPORTANTE: Em caso de dúvida, aviso que as últimas frases foram irônicas.
15.6.11
10.5.11
Ideias que eu trouxe na mala
Há três semanas, eu viajei. Parti em busca de tantas coisas que talvez a digestão de todas elas ainda vá render uma série de posts. Voltei com algumas respostas e muitas perguntas. A resposta que me leva a escrever, lamento informar, não é nenhuma grande descoberta para a evolução humana, apenas uma constatação que me faz relaxar.
Semana passada, ainda no Rio de Janeiro, estava saindo da casa do Alan conversando com o João Márcio. A união homoafetiva tinha acabado de ser aprovada e obviamente os assuntos daquela noite orbitavam a esfera política. A certa altura, eu admiti: "O grande problema, João, é que eu não acredito no sistema político." A conversa prosseguiu por outros caminhos, certas informações me fizeram dar um pouco mais de crédito ao PT etc e tal.
Hoje, repensando algumas coisas, voltei naquela frase e cheguei a uma conclusão: eu sou anarquista, isso sim. Porque não acredito no Estado como regulador de direitos, nem como administrador de patrimônio e menos ainda em juízos de valor moral que sirvam a todos. Sou plenamente a favor do livre arbítrio - e de todos os riscos dele derivado.
Isso não muda absolutamente nada para o mundo ou sequer para as pessoas que me cercam. O que muda é a minha serenidade daqui pra frente em discordar. Porque discordar, caros garrafeiros, é a minha natureza e sempre me leva à máxima que rege cada pensamento e gesto meu: "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las."
Um beijo pro Voltaire e outro pra cada pessoa que já discordou de mim.
Semana passada, ainda no Rio de Janeiro, estava saindo da casa do Alan conversando com o João Márcio. A união homoafetiva tinha acabado de ser aprovada e obviamente os assuntos daquela noite orbitavam a esfera política. A certa altura, eu admiti: "O grande problema, João, é que eu não acredito no sistema político." A conversa prosseguiu por outros caminhos, certas informações me fizeram dar um pouco mais de crédito ao PT etc e tal.
Hoje, repensando algumas coisas, voltei naquela frase e cheguei a uma conclusão: eu sou anarquista, isso sim. Porque não acredito no Estado como regulador de direitos, nem como administrador de patrimônio e menos ainda em juízos de valor moral que sirvam a todos. Sou plenamente a favor do livre arbítrio - e de todos os riscos dele derivado.
Isso não muda absolutamente nada para o mundo ou sequer para as pessoas que me cercam. O que muda é a minha serenidade daqui pra frente em discordar. Porque discordar, caros garrafeiros, é a minha natureza e sempre me leva à máxima que rege cada pensamento e gesto meu: "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las."
Um beijo pro Voltaire e outro pra cada pessoa que já discordou de mim.
4.5.11
Leia-me
Pertinho da casa do meu irmão, tem um sebo. Mas não um sebo qualquer, é o sebo. Sempre que venho ao Rio, passo um bom tempo ali e volto de sacola cheia. Dessa vez, depois de uma hora lá dentro, voltei de mãos vazias e a cabeça cheia.
Eu estava com a oportunidade de comprar alguns livros muito interessantes, mas aí me lembrei da minha prateleira. Estou com 3 leituras começadas, mais uns 3 livros para ler. E não tenho encontrado tempo para dar conta dessas leituras.
Como a Annie Muller bem disse no Circuito 4x1, a leitura é uma das poucas coisas que você ainda precisa se concentrar para aproveitar bem. E nesse ponto é duro admitir: não tenho lido o tanto que gostaria, porque estou gastando muito tempo com Twitter e Facebook, com informações e formas de entretenimento mais passageiras...
É duro admitir que ando relapsa com aquilo que mais amo e a meta agora é fechar as leituras começadas e todas por ler até julho. Não vai ser fácil...
Eu estava com a oportunidade de comprar alguns livros muito interessantes, mas aí me lembrei da minha prateleira. Estou com 3 leituras começadas, mais uns 3 livros para ler. E não tenho encontrado tempo para dar conta dessas leituras.
Como a Annie Muller bem disse no Circuito 4x1, a leitura é uma das poucas coisas que você ainda precisa se concentrar para aproveitar bem. E nesse ponto é duro admitir: não tenho lido o tanto que gostaria, porque estou gastando muito tempo com Twitter e Facebook, com informações e formas de entretenimento mais passageiras...
É duro admitir que ando relapsa com aquilo que mais amo e a meta agora é fechar as leituras começadas e todas por ler até julho. Não vai ser fácil...
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